Durante os meses de junho a novembro, é possível avistar as majestosas baleias-francas que migram para as águas calmas e rasas da região para acasalar e amamentar seus filhotes.
O percurso abrange cidades como Imbituba, Garopaba e Laguna, oferecendo paisagens deslumbrantes,
praias paradisíacas e uma rica experiência de contato com a vida marinha.
É um convite irresistível para quem busca conexão com a natureza e momentos inesquecíveis à beira-mar.
especialmente voltado para o estudo e a proteção da baleia-franca, espécie que todos os anos visita a região para reprodução e amamentação de seus filhotes.
É uma entidade civil sem fins lucrativos criada em 2015, atuando em parceria com comunidades locais, universidades e organizações ambientais, o instituto desenvolve projetos científicos, promove ações de conscientização e fomenta o turismo responsável, contribuindo para a preservação da biodiversidade marinha e para o fortalecimento da cultura de respeito ao oceano e à vida marinha em nossa costa.

(Projeto Franca Austral – ProFRANCA), construído em 2003, com sede em Itapirubá Norte. Criado para garantir a preservação da baleia-franca em seu berçário natural no litoral catarinense, o centro desenvolve estudos científicos e ações de educação ambiental.
Além de ser um espaço de conhecimento e conscientização, também atua como ponto de apoio ao turismo de observação responsável, fortalecendo a conexão entre conservação marinha e desenvolvimento sustentável da região.
O local possui um museu da fauna marinha, esqueletos de animais característicos locais, um esqueleto de uma baleia-franca adulta de 14 metros de comprimento (único exemplar exposto para visitação no Brasil); sala de vídeo, deck para observação de baleias, loja de souvenires, replica de filhote de baleia-franca tamanho real e materiais didáticos sobre a espécie e história baleira no litoral brasileiro, laboratório e salas de pesquisa.
Localizado no antigo galpão da armação baleeira da cidade, é um espaço de preservação histórica e ambiental que guarda a memória da época em que a caça da baleia fazia parte da cultura local e, ao mesmo tempo, celebra a transformação dessa relação em símbolo de conservação.
utilizados nas antigas armações e réplicas em tamanho real, que ajudam a compreender como a atividade era realizada e o impacto que causou.

apresentando informações sobre a Baleia Franca Austral, que anualmente visita o litoral catarinense para reprodução e cuidados com seus filhotes.
O museu, portanto, é um convite para refletir sobre a importância da preservação marinha e para conhecer de perto a história de Imbituba, cidade que passou de centro baleeiro a referência em proteção e turismo de observação de baleias.